Prefeitura de Porto Velho receita Kit-Covid

 

Num ato público e documentado a Dra. Myssula Brandão Hayashida, CRM 1978, da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Porto Velho, está receitando o Kit-Covid para pacientes infectados com o vírus, como comprova o receituário médico.

Como pode uma médica que, segundo consta em registros públicos seria uma sanitarista, receitar medicamentos comprovadamente ineficazes e, pior, com reconhecidos danos colaterais graves?

Como pode uma médica receitar um antibiótico de alto impacto para combater bactérias, como solução para combater um vírus reconhecidamente mortal?

Na cara dura a médica receitou o famoso kit covid. Questionada sobre a eficácia de tais medicamentos, a médica disse que não tem como comprovar. Na realidade a ciência já comprovou a total ineficácia, além de efeitos colaterais graves. Azitromicina é pra combater bactérias. Covid é um vírus.

A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Porto Velho, como tudo indica, não tem direção, não tem gestão, e nenhuma ação para proteger cidadãos do crime e da violência contra a população, que uma canetada oficial gera sem qualquer fiscalização ou vigilância.

Até onde se sabe, o prefeito Hildon Chaves não é bolsonarista e, até onde se sabe, seria uma pessoa inteligente o bastante pra saber o que acontece no seu quintal. Mas parece que nem uma coisa nem outra, ou pior, a omissão ou desconhecimento grave da parte do prefeito, da Secretaria de Saúde e a liberdade da médica para receitar medicamentos comprovadamente ineficazes com efeitos colaterais graves, indicam claramente uma gestão criminosa. Sim, isto é crime contra a saúde pública!

Aonde estão os defensores da cidadania e da saúde popular, pagos com altos salários para nos defender e proteger? Sim, os ministérios públicos, a começar pelo município, depois o estadual e o federal. Três instâncias inertes diante da desfaçatez e da violência premeditada, pois está documentada.

A indústria farmacêutica e as farmácias agradecem os bilhões de reais que atos como esse proporcionam, sem gerar um mínimo de garantia de eficácia e proteção à saúde pública, em especial àqueles que, pela própria natureza, são ignorantes das coisas da medicina e da farmacologia.

Este ano é um ano eleitoral e isto faz parte da farta documentação que a imprensa tem registrado para que o eleitor saiba quem são aqueles que, de fato, estão interessados em proteger a vida. Parece que a lista é muito, muito pequena.

Fonte: Política Federal, Brasília

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