Lula une o País contra Bolsonaro

Brasília- O jantar oferecido ontem pelo grupo Prerrogativas da OAB ao ex-presidente Lula foi uma demonstração clara e inequívoca de que somente o petista tem condições de unir o País em torno do enfrentamento contra Bolsonaro, o genocida.

Lula reuniu a maioria da esquerda e parte da direita, quanto do famigerado Centrão. Até a pré-candidata do MDB, Simone Tebet, compareceu ao regabofe.

O jantar que sinaliza a concretização da adesão do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (sem partido) obteve mais elogios do que críticas negativas.

Segundo a maioria das mensagens pelas redes sociais após o jantar, “Lula neutraliza a direita, reduz chance de golpe e poderá unir o Brasil. Pacificador é o nome de Lula”, diz uma das postagens.

“Todos falamos em união, perdão, pacificação. Quando Lula precisa de apoio, surge aquele: “Ah, Alckmin não”. Ora bolas, Lula sabe o que está fazendo. No jantar de ontem ele reunião lideranças de vários partidos. Ele é agregador. Perigo de golpe zero”, diz outra postagem.

Por que Alckmin sim?

Não que Lula precise dele como vice. Nada mudaria nas pesquisas com ou sem Alckmin. Não é à toa que ele é chamado de Picolé de Chuchu, nem fede, nem cheira. A grosso modo, é isso. Mas, está impregnado no consciente popular que o PT roubou, que Lula é ladrão. Não é. Mas a direita liderada por Aécio Neves e até por Alckmin fazem parte desta desinformação maldosa. Todos sabemos, inclusive eles, que o PT fez o maior governo da História do Brasil, mas, para isso, teve que ceder e se aliar a políticos nada republicamos e até membros do famoso Centrão. Tudo pela go-ver-na-bi-li-da-de. Que bicho é esse? Governabilidade é o que Bolsonaro encontrou, mas às custas de bilhões de reais. Governabilidade seria deixar o governo governar, com redundância com tudo. Aprovar os projetos de interesse do governo e do País. No caso de Bolsonaro, pelo interesse de um grupo econômico. No caso do Lula, pelo interesse da coletividade, da saúde, da educação e do desenvolvimento do País como um todo. Finalizando, a maioria do PT concorda ou vai concordar com a aliança com o inimigo. Porque o inimigo é bom ter por perto.

Fonte: Política Federal

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