Coluna Política Federal

Governo de morte

Tudo no governo Bolsonaro remete à morte. Desde o às armas ao negacionismo. Seus ministros parecem ter sido escolhidos a dedo. Cada um pior do que o outro. Nenhum escapa, tipo, “esse é bom”. Nenhum. O pior de todos, é, impressionante, o ministro justamente da Saúde, que deveria ser o melhor. É dele a frase: “É preferível morrer do que perder a liberdade”. Até os pássaros parecem felizes numa gaiola. Quando alguém disser que este governo é de matar, é exatamente isso.

Do Twitter

Caetano, Gil, Daniela Mercury e Wagner Moura vão à Corte Interamericana de Direitos Humanos falar sobre a censura no Brasil. Audiência pública está marcada para dia 14.

Foi pro brejo

Escultura foi colocada no mesmo local onde estava ‘Touro de Ouro’, que foi retirado pela prefeitura após multa por falta de licença. Obra faz parte de intervenção de cunho social desenvolvida pela artista Márcia Pinheiro e é um protesto contra a escultura anterior e contra a fome.

Bolsonarista de mão cheia

A deputada federal Mariana Carvalho (PSDB-RO), é bolsonarista até a medula. É médica como o ministro Queiroga, na foto com ela. Os filhos de Bolsonaro são visitas comuns à FIMCA, faculdade do pai dela. Difícil será dizer que nunca foi bolsonarista como João Dória JR tenta afirmar. Tucano está sempre sobrevoando onde tem frutos.

Esse tucano é do bem

“O cara é bom. Continuem insistindo para compor a chapa. Foi bom para São Paulo como governador e vai ser bom vice para o Brasil. O Alckmin é uma pessoa honesta”, teria dito Lula numa conversa com sindicalistas.

Barroso

O  presidente do Tribunal Superior Eleitoral e Ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso vai debater segurança jurídica dos contratos e as transformações da Legislação Trabalhista no webinar “Judiciário em Pauta”, último evento do projeto “Reformas em debate” de 2021 que acontece nesta sexta-feira, 10 de dezembro, às 16 horas, no estúdio da CNI em Brasília. O Reformas em Debate é promovido pela Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) para discutir as reformas mais importantes para a retomada do desenvolvimento do País e do crescimento econômico no cenário de pandemia da Covid-19. A mediação será feita pelo jornalista e especialista na cobertura do Poder Judiciário Rodrigo Haidar.

Do Thiago Brasil/Twitter

Bolsonaro nomeou um ministro do TCU pra ser embaixador em Portugal. Como bom bolsominion, ele não se aposentou do TCU e continua julgando processos (inclusive do Bolsonaro). No lugar dele, vai nomear a Kátia Abreu (vice do Ciro) pro TCU em acordo com o centrão. Mamata sem fim!

Multishow

Mariana Mansur, empresária de Juçara Marçal, deu o recado no palco do Prêmio Multishow: Picanha, cerveja e Lula 2022. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (8) mostra que esse sonho fica cada dia mais real e que a entrada de Sergio Moro na disputa viabiliza ainda mais uma vitória no primeiro turno. Com a economia em queda livre, Jair Bolsonaro pode morrer abraçado a Moro ainda no primeiro turno das eleições.

Moro é podre

Se as instituições e a justiça funcionassem normalmente e o país não estivesse sob um Estado de Exceção, a candidatura presidencial do Sérgio Moro provocaria, além de muito asco e indignação, medidas legais severas do Estado brasileiro. A preservação dos direitos políticos de Moro é uma aberração política e jurídica. E, também, uma bofetada no pouco que ainda resta de democracia no Brasil. É sintoma, enfim, do apodrecimento da democracia brasileira. A Suprema Corte reconheceu que Moro foi um juiz suspeito, parcial; um agente mafioso que corrompeu o sistema de justiça para satisfazer interesses pessoais e políticos e dar vazão ao ódio de classe contra Lula e o PT.

Moro é podre 2

Tanto mais se conhecem as consequências catastróficas para o país da atividade criminosa de Moro na magistratura – destruição da economia e de milhões de empregos, fome, miséria etc –, tanto mais revoltante é vê-lo ser incensado pela mídia e desfilando impunemente na arena política. O atentado à democracia e ao Estado de Direito perpetrado por Moro e funcionários públicos que se articularam como máfia organizada a mando dos EUA é, sem dúvida, o maior de todos os crimes.

Moro é podre 3

O reconhecimento da atuação suspeita e enviesada de um juiz é o mais grave castigo da carreira jurídica. Mais além de implicações de ordem ética ou moral, a suspeição do Moro deveria ensejar, contudo, medidas criminais e legais de parte das instituições do Estado. O ex-juiz, assim como outros comparsas da gangue de Curitiba que agora se lançam sem disfarces na política partidária, como Dallagnol e Janot, deveriam estar respondendo a processos judiciais e, inclusive, em alguns casos, já deveriam estar em prisão preventiva.

 

Por Roberto Kuppê

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